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Tem mães que sempre sonharam com a maternidade, tem mães que se tornaram mães por acidente.
Tem mães que tiveram filho no momento que esperavam, tem mães que tiveram filho no pior momento possível. 
Tem mães que curtiram felizes cada dia da gestação, tem mães que odiaram estar grávida. 
Tem mães que se realizaram com o parto que tiveram, tem mães que saíram traumatizadas.
Tem mães que passaram o puerpério se sentindo plenas, tem mães que viveram tempos difíceis de baby blues. 
Tem mães que sentem que nasceram pra maternidade, tem mães que pensam “onde vim parar?”
Tem mães que 6 meses depois do parto já estão saradas, tem mães que nunca mais voltaram ao corpo de antes.
Tem mães que dormem e acordam felizes, tem mães que não sabem onde encontrar forças para mais um dia.
Tem mães que gostam de enaltecer as alegrias da maternidade, tem mães que preferem mostrar as dificuldades dela.
Não existe lado certo, não existe forma correta de encarar. 
O que existe é a realidade única e incomparável de ser de cada mãe. 
Ninguém é capaz de compreender o que vai lá no fundo do coração. Alegrias e dores, convicções e dúvidas, plenitude e desencontros: cada uma deve ser respeitada em sua forma de viver e encarar a maternidade.
Cada mãe tem que ter o direito de exercer a maternidade à sua maneira, de enfrentar e expressar alegrias ou medos como bem quiser, na medida de intensidade que lhe acontecer. Sem rótulos ou pré-julgamentos.
Mais do que respeitar as outras mães, cada mãe precisa se aceitar como mãe que é, sem comparações. 
Precisamos ser rede de apoio e não de julgamento, precisamos ser troca de inspiração e não de crítica.
Precisamos olhar a história da outra e nos empatizar, mas nunca comparar. Ao passo que não devemos olhar a maternagem da outra e nos sentirmos inferiores, não deveríamos também nos sentir superiores.
Afinal somos todas mães, e não importa as nossas diferenças, o amor incondicional que sentimos pelos nossos filhos é o elemento em comum que nos une. 😍
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Tem mães que sempre sonharam com a maternidade, tem mães que se tornaram mães por acidente. Tem mães que tiveram filho no momento que esperavam, tem mães que tiveram filho no pior momento possível. Tem mães que curtiram felizes cada dia da gestação, tem mães que odiaram estar grávida. Tem mães que se realizaram com o parto que tiveram, tem mães que saíram traumatizadas. Tem mães que passaram o puerpério se sentindo plenas, tem mães que viveram tempos difíceis de baby blues. Tem mães que sentem que nasceram pra maternidade, tem mães que pensam “onde vim parar?” Tem mães que 6 meses depois do parto já estão saradas, tem mães que nunca mais voltaram ao corpo de antes. Tem mães que dormem e acordam felizes, tem mães que não sabem onde encontrar forças para mais um dia. Tem mães que gostam de enaltecer as alegrias da maternidade, tem mães que preferem mostrar as dificuldades dela. Não existe lado certo, não existe forma correta de encarar. O que existe é a realidade única e incomparável de ser de cada mãe. Ninguém é capaz de compreender o que vai lá no fundo do coração. Alegrias e dores, convicções e dúvidas, plenitude e desencontros: cada uma deve ser respeitada em sua forma de viver e encarar a maternidade. Cada mãe tem que ter o direito de exercer a maternidade à sua maneira, de enfrentar e expressar alegrias ou medos como bem quiser, na medida de intensidade que lhe acontecer. Sem rótulos ou pré-julgamentos. Mais do que respeitar as outras mães, cada mãe precisa se aceitar como mãe que é, sem comparações. Precisamos ser rede de apoio e não de julgamento, precisamos ser troca de inspiração e não de crítica. Precisamos olhar a história da outra e nos empatizar, mas nunca comparar. Ao passo que não devemos olhar a maternagem da outra e nos sentirmos inferiores, não deveríamos também nos sentir superiores. Afinal somos todas mães, e não importa as nossas diferenças, o amor incondicional que sentimos pelos nossos filhos é o elemento em comum que nos une. 😍 .